{"id":621,"date":"2008-01-15T20:55:01","date_gmt":"2008-01-15T20:55:01","guid":{"rendered":"http:\/\/hangar.mus.br\/site\/?p=621"},"modified":"2008-01-15T20:55:01","modified_gmt":"2008-01-15T20:55:01","slug":"a-arte-de-desafiar-os-proprios-limites-a-arte-de-ser-enganado-pelo-contrario-parte-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/hangar.mus.br\/website\/a-arte-de-desafiar-os-proprios-limites-a-arte-de-ser-enganado-pelo-contrario-parte-3\/","title":{"rendered":"A arte de desafiar os pr\u00f3prios limites&#8230; A arte de ser enganado pelo contr\u00e1rio&#8230; parte 3"},"content":{"rendered":"<p>postado por Nando Fernandes<\/p>\n<p>\u00c9 verdade, dormir dobrado n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, n\u00f3s precis\u00e1vamos muito de uma noite de gente, dormindo numa cama, por no m\u00ednimo 8 horas. Mas isso n\u00e3o aconteceu t\u00e3o cedo! Cheguei da festa, abri meu saco preto com todas as roupas atropeladas e fui lav\u00e1-las na pia do quarto do hotel. Meu parceiro de quarto \u00e9 o F\u00e1bio Laguna, e dessa vez nosso quarto mais parecia uma lavanderia de tantas roupas minhas e dele penduradas por todos os lados do quarto.<\/p>\n<p>Acordamos no outro dia que seria para todos um dia de folga menos para o Aquiles, pois, ele tinha um workshop de 3 horas pela frente.<\/p>\n<p>Sa\u00edmos do hotel junto com nossa produtora local, a Tay, e fomos ver um outdoor com a propaganda sobre o workshop do Aquiles, tiramos algumas fotos e pra variar, tivemos um \u201cquebra-quebra\u201d bem na esquina de duas ruas super movimentadas onde todos pararam pra olhar a embolada e novos hematomas foram adquiridos por todos. Na verdade era para ter um \u201cback light\u201d com propaganda do show da banda tamb\u00e9m, mas o Contr\u00e1rio e o Murphy tamb\u00e9m adoram viagens internacionais e foram com a gente para Assun\u00e7\u00e3o&#8230; A propaganda do Hangar estava um \u201cback light\u201d que girava e tinha tr\u00eas faces, sendo que as outras duas faces tinham outras propagandas&#8230; Advinha que face descolou e estragou? Come\u00e7a com Han&#8230;<\/p>\n<p>Na seq\u00fc\u00eancia fomos almo\u00e7ar numa churrascaria onde o propriet\u00e1rio era carioca &#8211; gente fina o cara &#8211; que nos tratou super bem, e o tema geral ainda era \u201cque o contr\u00e1rio tinha enganado o Martinez\u201d e eu ficava imitando o Gil Gomes contando a hist\u00f3ria, o Aquiles se mijava de rir o tempo todo junto com o F\u00e1bio. Aquele dia pensei \u201choje o louco vai espanar\u201d, mas ele segurou a onda de novo. Depois do almo\u00e7o voltamos para o hotel enquanto o Aquiles foi para o local do seu workshop encontrar o Bussano, o Daniel e o Buba para a montagem da bateria e do merchandising do evento.<\/p>\n<p>Fiquei na piscina junto com o Martinez e o Mello, onde conversamos muito tempo sobre assuntos da banda. O F\u00e1bio estava maluco com um monte de m\u00fasicas que ele tinha que baixar da net para alguns trabalhos de final de ano.<\/p>\n<p>Logo chegou a noite e por volta das 18:00h fomos para um teatro maravilhoso dentro de um campus onde seria realizado o workshop do Aquiles. Fiquei surpreso com a beleza e estrutura do local! Faltavam algumas horas e a galera j\u00e1 enchia a porta do teatro, alguns com camisetas do Aquiles, outros com a do Hangar, vi at\u00e9 uma do Angra. Dito e feito, mais de 400 pessoas assistiram, inclusive eu, pela primeira vez, uma verdadeira aula em grupo, onde o Polvo conduziu todos os assuntos com muita seguran\u00e7a, sendo o mais detalhista poss\u00edvel para cada pergunta e, no final, ap\u00f3s tocar por quase tr\u00eas horas, ter a coragem de chamar todos os fans com camisetas do Hangar, Aquiles e Angra para subirem ao palco e assistir atr\u00e1s dele as duas \u00faltimas m\u00fasicas do workshow! Foram cerca de trinta pessoas, ali olhando de perto tudo acontecendo e pirando com aquela experi\u00eancia de ver seu \u00eddolo tocando t\u00e3o perto!<\/p>\n<p>Depois do workshop ficamos at\u00e9 duas da manh\u00e3 com os fans tirando fotos, assinando cds e posters, visitamos tamb\u00e9m um pub muito legal, onde jantamos assistindo um v\u00eddeo do Jetro Tull. N\u00e3o era permitido fumar e acabamos fazendo uma foto bem legal usando cigarros&#8230; Em seguida voltamos para o hotel e dormimos.<\/p>\n<p>No outro dia acordamos \u00e0s 7h00, pois t\u00ednhamos uma entrevista numa r\u00e1dio, e logo depois num programa de televis\u00e3o. Na r\u00e1dio a entrevista foi muito legal: divulgamos o show, tocou a m\u00fasica \u201cCall me in the name of death\u201d, sorteamos ingressos, falamos sobre site, orkut, blogs, myspace etc, etc&#8230; Tirando o fato de que o apresentador confundiu tudo no come\u00e7o da entrevista, dizendo que na banda tinha o Mike Vescera (n\u00e3o sei de onde ele tirou isso, mas tudo bem) e pior, n\u00e3o era nem no meu lugar, era no lugar do Mello. <\/p>\n<p>Em seguida fomos para a maior emissora de televis\u00e3o do Paraguai. No programa de um chef de cozinha chamado Rodolfo, o mais famoso do Pa\u00eds. Chegamos e fomos recebidos pela produtora que nos levou direto para a maquiagem. S\u00f3 explicando, sempre que se vai fazer televis\u00e3o, tem que maquiar \u00e9 regra, ningu\u00e9m aparece na telinha sem o bendito pozinho na cara! Terminado o conserto na cara dos bugres, logo fomos chamados pra come\u00e7ar a gravar, e l\u00e1 fomos n\u00f3s para o est\u00fadio. Chegando l\u00e1, vimos o \u201cContr\u00e1rio\u201d mordendo a id\u00e9ia do apresentador que nos chamava de Angra, e todos n\u00f3s fora das c\u00e2meras balan\u00e7ando os bra\u00e7os desesperados dizendo \u201cn\u00e3o, n\u00e3o, n\u00e3o, \u00e9 Hangar, \u00e9 Hangar\u201d e ele corrigia e gritava o nome certo \u201cHangar, isso! No \u00e9 Angra e si Hangar\u201d. Foi muito engra\u00e7ado, rimos muito!<\/p>\n<p>Logo tudo foi corrigido e entramos para a entrevista. Apresentei todos os integrantes e come\u00e7aram as perguntas. No meio da parada, o cozinheiro maluco come\u00e7ou a virar as panelas de cabe\u00e7a pra baixo e pediu para o Aquiles fazer um solo de batera. Segurei uma tampa como se fosse um prato e me arrependi amargamente, pois o solo era com duas facas no lugar das baquetas! O cara quase cortou meu dedo fora! Uma outra hora, o entrevistador tentou abaixar meus \u00f3culos que estava na minha cabe\u00e7a e enroscou no meu cabelo, da\u00ed comecei a \u201cbanguear\u201d jogando cabelo pra todo lado na cozinha do maluco e os meus \u00f3culos voaram pelo est\u00fadio. Ele tava fazendo uma berinjela com ricota, muito boa que comemos no final da entrevista. Na sa\u00edda fomos tirar umas fotos embaixo de uma das antenas gigantes da emissora, e advinha o que aconteceu? Quebra-quebra, o pau comeu de novo e, dessa vez, na grama! Saiu todo mundo co\u00e7ando que nem \u201cloco\u201d e os seguran\u00e7as j\u00e1 olhando estranho pra gente.<\/p>\n<p>Fora da emissora, encontramos dois malucos numa carro\u00e7a cheia de tranqueira e com um megafone que eles estavam gritando sei l\u00e1 o que. Parei a carro\u00e7a e falei que queria dar um recado importante. Eles olharam assustados vendo 5 cabeludos de preto ao meio dia embaixo de um sol de 40\u00b0C e passou uma bolacha de ferro cheia de furo que era o microfone dele e eu falei v\u00e1rias vezes bem alto \u201caten\u00e7\u00e3o povo do Paraguai, voc\u00eas foram enganados pelo contr\u00e1rio, voc\u00eas foram enganados pelo contr\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p>Novamente fomos almo\u00e7ar na churrascaria do carioca e depois fomos para a passagem de som na esta\u00e7\u00e3o cultural de Ferrocarril, local do nosso primeiro show internacional.<\/p>\n<p>Chegando l\u00e1 tudo j\u00e1 estava quase pronto e o palco ficou muito bonito com toda nossa estrutura. O lugar trazia recorda\u00e7\u00f5es da grava\u00e7\u00e3o do nosso v\u00eddeo clip. Fizemos os \u00faltimos acertos nos arranjos de algumas m\u00fasicas e passamos o som tocando nossas m\u00fasicas pela primeira vez em solo estrangeiro. S\u00f3 para dar uma animada na galera, chamamos o Daniel para uma conversa no palco e quando ele chegou come\u00e7amos um dos melhores \u201cquebra-quebra\u201d j\u00e1 registrados nessa turn\u00ea, pois estavam os 8 malucos na embolada e, como j\u00e1 \u00e9 de costume, o Aquiles destruiu outra camiseta, desta vez, a do imortal Buba. Ferrocarril, local do nosso show, \u00e9 uma esta\u00e7\u00e3o de trem constru\u00edda em 1851 por engenheiros ingleses e est\u00e1 bastante conservada. Atualmente \u00e9 um museu com muitas coisas originais da \u00e9poca como fichas de embarque, maquin\u00e1rio das locomotivas, tel\u00e9grafos, dois vag\u00f5es em perfeito estado de conserva\u00e7\u00e3o e uma maravilhosa Maria Fuma\u00e7a que estava estacionada atr\u00e1s do palco, um lugar incr\u00edvel! A galera assiste aos shows dos trilhos e das plataformas de embarque nas duas laterais.<\/p>\n<p>Terminado soundcheck, todos foram para o jantar, somente eu voltei para o hotel para um descanso, pois n\u00e3o costumo comer muito antes do show.<\/p>\n<p>Outra coisa muito interessante foi assistir aos desenhos animados em castelhano, nessa hora podemos ver como e porque, nossa dublagem \u00e9 considerada uma das melhores do mundo.<\/p>\n<p>A hora marcada para a sa\u00edda do hotel para o show foi \u00e0s 23:00h. Chegando ao local do show, ainda estava tocando uma das bandas de abertura, muito boas por sinal, fomos para o camarim e come\u00e7amos nossos aquecimentos individuais. Aos poucos o lugar foi enchendo e na hora do nosso show o p\u00fablico j\u00e1 era de mais de mil pessoas. Com o nosso palco pronto, a casa cheia, era a hora de come\u00e7ar a tocar. Com um repert\u00f3rio todo baseado no CD novo, a banda entrou com muita garra e determina\u00e7\u00e3o, sendo avaliado por n\u00f3s como nosso melhor come\u00e7o de show, tudo deu certo. A resposta do p\u00fablico foi imediata, participando de todas as m\u00fasicas com muita energia. Usamos as m\u00e1scaras na m\u00fasica \u201cCall Me In The Name Of Death\u201d e, como \u00e9 de costume, chamamos os vocalistas das bandas de abertura para uma jam session na m\u00fasica Tears of the Dragon, do Bruce Dickinson. Foi muito legal novamente e foi nessa hora que apareci com a camisa oficial da sele\u00e7\u00e3o de futebol do Paraguai. A galera foi ao del\u00edrio. No final o Aquiles colocou a m\u00e1scara do psychopolvo para tocar a m\u00fasica Inside Your Soul, outro momento marcante.<\/p>\n<p>Terminado mais um show, a nossa rotina continuava a mesma e era hora de desmontar tudo muito r\u00e1pido porque n\u00e3o t\u00ednhamos muito tempo at\u00e9 a nossa volta para Foz do Igua\u00e7u, agora num \u00f4nibus de linha \u201cnormal\u201d (mas nem t\u00e3o normal assim).<\/p>\n<p>Depois de uma passada r\u00e1pida pelo hotel para pegar as bagagens pessoais, fomos para a rodovi\u00e1ria comprar as passagens e cambiar a grana do cach\u00ea, guaranis por reais.<\/p>\n<p>Quando era aproximadamente 5:30h da manh\u00e3 o nosso \u00f4nibus encostou. T\u00ednhamos tanta coisa amontoada na plataforma que todos ficavam olhando querendo entender aquele bando de loucos ali (n\u00f3s, nesse caso).<\/p>\n<p>Carregamos tudo e fomos para o fundo do \u00f4nibus, onde nossos assentos estavam reservados. Come\u00e7amos a nossa viagem de volta mais tranq\u00fcilos, s\u00f3 que n\u00e3o sab\u00edamos que ia ser um pinga-pinga da porra! O \u00f4nibus mais parava do que andava e, pra completar, come\u00e7ou a entrar gente de tudo quanto foi lado e se amontoar no corredor, deixando o \u00f4nibus completamente lotado e, pra ajudar, o motorista acelerava muito, mas muito mesmo, ultrapassando todo mundo feito louco na estrada. Nessa hora, achei que o Contr\u00e1rio estava l\u00e1 na frente, junto com o motorista maluco.<\/p>\n<p>Como se j\u00e1 n\u00e3o bastasse \u00e0 lota\u00e7\u00e3o e a tens\u00e3o pela velocidade, assim que clareou o dia, o filho da puta do motorista ligou um r\u00e1dio muito alto, mais muito alto mesmo. Comecei a dar risadas e a bater em todo mundo, mas ningu\u00e9m sequer se mexia de t\u00e3o cansados que estavam. Ao meu lado estava o Bussano, que acordou revoltado e ficou o tempo todo tentando arrancar os fios do alto falante que estava bem em cima da gente. Tamb\u00e9m, tinha um guarda bem do nosso lado que ficava olhando e pensando \u201cnem vou mexer com esse maluco, daqui a pouco ele quebra tudo\u201d. Chegou uma hora que o cheiro do \u00f4nibus estava insuport\u00e1vel devido a todas aquelas pessoas amontoadas em cima da gente. Abrimos a nossa janela no m\u00e1ximo que pod\u00edamos. Dali a pouco, vem uma figura e manda a gente fechar por causa do ar condicionado. Beleza, aproveitamos e pedimos para ele abaixar o som tamb\u00e9m! Nada feito, o desgra\u00e7ado aumentou o volume ainda mais e, o pior que ficava tocando m\u00fasica sertaneja, tipo Daniel s\u00f3 que cantando em castelhano, uma tortura sem fim! E n\u00f3s, conseq\u00fcentemente, abrimos a janela de novo. Numa das paradas, l\u00e1 vem o mesmo cara encher o saco de novo, s\u00f3 que ele n\u00e3o sabia quem estava ali&#8230; Bussano, \u201co desagrad\u00e1vel\u201d, que levantou e aos gritos falou para o cara: &#8211; mira amigo, pedi para usted abaixar lo sonido e voc\u00ea nada (nessa hora o Bussano j\u00e1 estava em p\u00e9 dando tapas muito fortes no pr\u00f3prio pesco\u00e7o), entonces, enquanto aquele loco n\u00e3o abaixar essa porra de sonido, eu n\u00e3o fecho essa janela &#8211; S\u00f3 que nessa altura do campeonato, faltava apenas uma hora pra chegarmos em Cidade Del Este, mas o cara at\u00e9 desligou o som, depois dessa. Que viagem bizarra! Ah, e n\u00e3o parava de entrar gente vendendo coisas pra comer, gente com galinha, muamba e tudo que se possa imaginar.<\/p>\n<p>Chegamos na rodovi\u00e1ria 5 horas depois de ter sa\u00eddo de Assun\u00e7\u00e3o. Descarregamos tudo do \u00f4nibus, colocamos numa outra van s\u00f3 para atravessar a ponte da amizade e, gra\u00e7as a Deus, sem problemas com a pol\u00edcia federal. Nesse momento, acho que o \u201cContr\u00e1rio\u201d estava fazendo umas comprinhas de Natal. <\/p>\n<p>Chegamos \u00e0 casa do Silv\u00e3o, um amigo da banda, em Foz do Igua\u00e7u, onde o carro do Aquiles estava guardado e almo\u00e7amos um maravilhoso churrasco.<\/p>\n<p>Seguimos rumo \u00e0 S\u00e3o Paulo com o Aquiles dirigindo, eu, o Buba, o Daniel e o Bussano, j\u00e1 que o Nando Mello e o Martinez seguiram direto de Foz para Porto Alegre e o F\u00e1bio que j\u00e1 tinha ido embora de Assun\u00e7\u00e3o mesmo devido a um compromisso.<\/p>\n<p>O \u00faltimo trecho da viagem de volta foi um pouco mais tranq\u00fcilo, s\u00f3 pegando mesmo o cansa\u00e7o de todos, principalmente do Aquiles que estava dirigindo. Eu tentava ficar acordado, mas meus olhos n\u00e3o conseguiam ficar abertos. Foi mais uma tortura!<\/p>\n<p>Depois de 12 horas de estrada, chegamos a salvo em nossa cidade (S\u00e3o Paulo).<\/p>\n<p>Descarregamos tudo \u00e0s 5h30 da manh\u00e3 e seguimos cada um para suas casas para o t\u00e3o esperado encontro com nossas fam\u00edlias. \u00c9 muito bom voltar pra casa com a sensa\u00e7\u00e3o de dever cumprido! Fizemos tudo isso em nome dos nossos sonhos e em respeito a todos que, de alguma maneira, se esfor\u00e7aram para nos ver em suas cidades e, no final da hist\u00f3ria, tenho certeza que, por esse motivo, far\u00edamos tudo de novo!<\/p>\n<p>Muito obrigado a todos os fans, profissionais e amigos que se envolveram direta ou indiretamente nesses shows, valeu de cora\u00e7\u00e3o! <\/p>\n<p>Muito obrigado principalmente a Deus por ter nos protegido tanto em toda essa incr\u00edvel jornada, nos dando a oportunidade de criar novos valores e de nos fortalecer ainda mais em busca de nossos objetivos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>postado por Nando Fernandes \u00c9 verdade, dormir dobrado n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, n\u00f3s precis\u00e1vamos muito de uma noite de gente, dormindo numa cama, por no m\u00ednimo 8 horas. Mas isso n\u00e3o aconteceu t\u00e3o cedo! 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