{"id":673,"date":"2011-05-21T21:43:20","date_gmt":"2011-05-21T21:43:20","guid":{"rendered":"http:\/\/hangar.mus.br\/site\/?p=673"},"modified":"2011-05-21T21:43:20","modified_gmt":"2011-05-21T21:43:20","slug":"hangar-day","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/hangar.mus.br\/website\/hangar-day\/","title":{"rendered":"Hangar Day"},"content":{"rendered":"<p>postado por Nando Mello<\/p>\n<p>Revis\u00e3o F\u00e1bio Laguna<\/p>\n<p>Uma das reclama\u00e7\u00f5es constantes que recebo \u00e9 que nosso di\u00e1rio demora muito a ser publicado, acumulando meses at\u00e9 a pr\u00f3xima publica\u00e7\u00e3o. Sendo assim, resolvi tentar escrev\u00ea-lo todo o final de cada m\u00eas a partir de mar\u00e7o.<\/p>\n<p>Hangar Day<\/p>\n<p>Come\u00e7amos nosso ano de 2011 muito bem em fevereiro e t\u00ednhamos a inten\u00e7\u00e3o que mar\u00e7o fosse ao menos parecido. A meses planej\u00e1vamos o Hangar Day e finalmente ele chegou. Os \u00faltimos dias de fevereiro foram intensos, uma correria, pois os candidatos enviavam v\u00eddeos a toda hora e, como sempre, fiquei como respons\u00e1vel de assisti-los e repass\u00e1-los ao pessoal da banda para avalia\u00e7\u00e3o. Meu crit\u00e9rio de escolha foi al\u00e9m do v\u00eddeo, considerei a hist\u00f3ria de cada um com a m\u00fasica e a rela\u00e7\u00e3o com a banda Hangar, se realmente era um f\u00e3 e tal. No final da apura\u00e7\u00e3o tivemos algumas arestas a aparar porque ficamos em d\u00favida quanto a algumas escolhas. Decidimos que n\u00e3o seria mal nenhum em convidarmos tr\u00eas bateristas e dois guitarristas. Para vocal, tecladista e baixista optamos por somente um de cada. O resultado final foi divulgado no dia 4 de mar\u00e7o e tive a preocupa\u00e7\u00e3o de falar com todos os candidatos para realmente saber se eles estariam dispon\u00edveis para a data.<\/p>\n<p>Viajei no dia 10 para S\u00e3o Paulo e come\u00e7amos a trabalhar para o evento do dia 12. A produ\u00e7\u00e3o era toda do Hangar ent\u00e3o os esfor\u00e7os foram dobrados. Tivemos o apoio da Free Note que esteve conosco em todo o evento, da divulga\u00e7\u00e3o at\u00e9 o fechamento do Blackmore na madrugada do dia 13. Sem a presen\u00e7a do Vinicius e do Z\u00e9, n\u00e3o conseguir\u00edamos chegar ao sucesso no projeto. Na manh\u00e3 do dia 12 enquanto nossa equipe montava o equipamento , os vencedores come\u00e7avam a chegar. Primeiro foi o Jarlysson, baterista de Santar\u00e9m, no Par\u00e1, e o V\u00edtor, guitarrista de Cachoeirinha, Rio Grande do Sul. Depois chegou o Thiago Bonga, baixista de Salvador, Bahia e o Rafa Dachary, baterista de Iju\u00ed, mas que mora em Florian\u00f3polis, Santa Catarina. T\u00edmidos, todos pareciam meio assustados com a quantidade de equipamentos e pela proximidade com a banda. Os demais selecionados seguiram direto para o local do almo\u00e7o. Chegamos por volta da uma da tarde e encontramos o D\u00edogenes Lima, tecladista natural de Passo Fundo, mas morador do Guaruj\u00e1, S\u00e3o Paulo e a Monica Souza, vocalista de Porto Alegre. A M\u00f4nica, de t\u00e3o empolgada que estava, acabou levando sua banda inteira para S\u00e3o Paulo para apoiar a sua performance. No almo\u00e7o recebemos a visita da equipe do Stay Heavy. Como sempre nossos amigos Vinicius e Cintia Diniz foram muito atenciosos e fizeram a cobertura completa, do almo\u00e7o at\u00e9 o show, para um programa especial que ir\u00e1 ao ar no pr\u00f3ximo m\u00eas. Todos bem humorados e alegres com a participa\u00e7\u00e3o e a festa que estava acontecendo. Almo\u00e7amos e voltamos direto para o Blackmore. Acompanhamos o restante da montagem e esperamos a passagem de som. Geralmente nossa &#8220;passagem de som&#8221; n\u00e3o demora muito, no m\u00e1ximo tr\u00eas a quatro m\u00fasicas, quando precisamos. Nesta tarde tudo foi diferente. Eram &#8220;sete&#8221; pessoas que nunca haviam tocado conosco. A esta altura o Ivo, guitarrista de Santos, S\u00e3o Paulo, se juntou a n\u00f3s, j\u00e1 que por motivos particulares n\u00e3o havia comparecido ao almo\u00e7o. Tocamos com nossos convidados as sete m\u00fasicas nas quais iriam dividir o palco conosco. Depois passamos mais quatro ou cinco m\u00fasicas sozinhos. Sa\u00edmos desta fase j\u00e1 cansados, pois tocamos cerca de 11 ou 12 m\u00fasicas. J\u00e1 passava das seis da tarde quando o pessoal da banda foi para casa descansar, tomar banho, etc&#8230; Enquanto nossos convidados, como bons turistas, foram conhecer o Shopping Ibirapuera, pr\u00f3ximo do Blackmore. Tive que ficar no bar para arrumar todos os banners e material de divulga\u00e7\u00e3o e merchandising com o pessoal da Free Note. Ali\u00e1s, neste dia fizemos a estr\u00e9ia da nossa nova componente na equipe, a m\u00e1quina de cart\u00f5es da Cielo. Sim, a Cielo est\u00e1 conosco agora e n\u00e3o tem como n\u00e3o levar alguma coisa do merchandising do Hangar, ficou muito f\u00e1cil: se n\u00e3o tem grana, passa o cart\u00e3o, rsrsrs. J\u00e1 havia fila na porta do Bar. Pessoas tirando fotos com o Infallibus, como se ele fosse um grande her\u00f3i do metal nacional, ou coisa assim&#8230; ahaaaaaaa, massa.<\/p>\n<p>Eu j\u00e1 tava mais que cansado, desde as oito da manh\u00e3 na correria, mas a festa estava acima de tudo e era um grande dia para todos n\u00f3s. Pelas dez da noite o Blackmore estava lotado, muita gente com a camiseta do Hangar, amigos, f\u00e3s, todos presentes para celebrar. \u00c0s onze e meia come\u00e7ar\u00edamos o show e fui atr\u00e1s de todos os participantes para avis\u00e1-los. Havia uma ordem de apresenta\u00e7\u00e3o, o que significava que ter\u00edamos que estar bem organizados. N\u00e3o havia mestre de cerim\u00f4nia, ent\u00e3o combinamos que a apresenta\u00e7\u00e3o inicial ficaria a cargo do Aquiles e depois sucessivamente eu, Martinez, F\u00e1bio e Humberto entrar\u00edamos um a um no palco e depois cada integrante chamaria os vencedores do consurso para tocar junto com a banda. Visivelmente emocionado, o Aquiles subiu no palco e deu \u00ednicio ao show. Falando da trajet\u00f3ria da banda, todos puderam ver que seus olhos brilhavam ao ver mais de 400 pessoas, dezenas com o &#8220;H&#8221; no peito. Mais do que uma atitude in\u00e9dita no Brasil, o &#8220;Hangar Day&#8221; foi um marco. Evidenciando o quanto est\u00e1vamos contentes com aquele dia, o Aquiles fez um discurso memor\u00e1vel e emocionante, no maior estilo &#8220;pastor metal&#8221; e foi chamando um a um demais os integrantes da banda. Quando ele chamou o Humberto e a banda ficou completa, o Blackmore literalmente &#8220;caiu&#8221;. Paramos tudo e ficamos olhando a galera aplaudindo e gritando&#8230; memor\u00e1vel. O Aquiles chamou o primeiro selecionado a participar, o Jarlyssom, que entrou no palco e tocou conosco a &#8220;Some Light To Find My Way&#8221;; depois entrou o Rafa e tocou a mesma m\u00fasica. Na sequ\u00eancia foi a vez do Thiago Bonga tocar &#8220;Solitary Mind&#8221; e do Ivo e do Vitor tocarem &#8220;Collorblind&#8221;; depois a M\u00f4nica cantou &#8220;Time to Forget&#8221; e o Di\u00f3genes Lima tocou &#8220;Infallible Emperor&#8221;. Pela primeira vez pude ver a banda tocando de longe, com outro baixista, uma sensa\u00e7\u00e3o no m\u00ednimo estranha&#8230; rsrs. As participa\u00e7\u00f5es foram muito bem recebidas pelo p\u00fablico. Todo mundo entendeu a brincadeira &#8220;s\u00e9ria&#8221; que era aquilo. Alguns participantes eram bem experientes, outros nem tanto, e mesmo assim todos se sa\u00edram muito bem. Depois da apresenta\u00e7\u00e3o individual dos candidatos, todos voltaram ao palco para tocar \u201cThe Reason Of Your Conviction\u201d. Estavam emocionados por poderem participar e tocar para v\u00e1rias pessoas em um palco junto conosco. Ap\u00f3s estas oito m\u00fasicas, reunimos toda a galera para as fotos, agradecemos pelo momento e seguimos com o nosso show. Confesso que estava bem cansado do dia todo, mesmo assim, ainda tivemos for\u00e7as para tocar v\u00e1rias m\u00fasicas. Uma das coisas legais deste dia foi que pela primeira vez estava tocando com meu novo set de amplificadores e caixas da SWR, uma empresa ligada a Fender. Um ampli fora de s\u00e9rie, que fez com que o som de baixo desse um \u201cup\u201d sensacional. Na real, era a primeira vez que toc\u00e1vamos juntos com as novas guitas \u201cJackson\u201d do Martinez, os teclados \u201cKorg\u201d do F\u00e1bio, meu ampli \u201cSWR\u201d e o Aquiles voltando com a sua \u201cMapex Deep Forest\u201d, agora pintada de vermelho. O som da banda estava diferente mesmo! Era muita coisa nova ao mesmo tempo&#8230; Mais para o final da nossa apresenta\u00e7\u00e3o sentimos o Aquiles meio mal no palco. Realmente ele estava bastante enjoado e come\u00e7ou a ficar p\u00e1lido. Talvez tenha sido alguma azeitona no almo\u00e7o, rsrs. Vai saber&#8230; Acabamos cortando duas m\u00fasicas do set. Nos despedimos e depois de alguns minutos no camarim, onde realmente o Aquiles passou mal, fomos ao encontro dos convidados e f\u00e3s para conversas, fotos, aut\u00f3grafos, etc&#8230;<\/p>\n<p>Uma lista incont\u00e1vel de amigos compareceu (e l\u00f3gico que vou acabar esquecendo-me de algu\u00e9m): Marina Dickinson, Jo\u00e3o Duarte, Vanessa Doi, Maria Carolina Angeli, C\u00e9sar Pereira, Andr\u00e9 e S\u00e1, Claudinho Medina, Edi, Glaucy, Roger, Paulinha, Wallace, Moacir, Jully, Ana, Pry e Dam\u00e1ris, Sanedi, Jandira, Felipe, Samara e mais 400 pessoas que estavam l\u00e1. Agrade\u00e7o tamb\u00e9m a nossa equipe de apoio Daniel Pepe, Rodrigo Batata, F\u00e1bio Didi, Dinho e a incans\u00e1vel Bruna Fonte, que ajudou o tempo inteiro, sempre se colocando \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para todos os problemas&#8230; Ainda em tempo, agrade\u00e7o ao Marcelo, da Pride Music, que esteve presente durante a passagem de som para que fiz\u00e9ssemos v\u00eddeos sobre nossos novos equipamentos SWR, Korg, DDrum e Jackson, o V\u00ednicius e o Z\u00e9 da Free Note e o pessoal do Blackmore e os vencedores do concurso Hangar Day, M\u00f4nica, Ivo, V\u00edtor, Dio, Thiago, Rafa e Jarlysom pelo dia maravilhoso de confraterniza\u00e7\u00e3o. De maneira alguma algu\u00e9m poderia imaginar que praticamente 14 anos ap\u00f3s o surgimento a banda estaria em S\u00e3o Paulo comemorando um dia inteiro com o in\u00e9dito Hangar Day. Foi muita emo\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Curitiba<\/p>\n<p>Ap\u00f3s um merecido descanso at\u00e9 a noite de domingo, dia 13, preparamo-nos para mais uma viagem em dire\u00e7\u00e3o ao sul. Nossa primeira etapa seria Curitiba, na segunda-feira, dia 14, para aulas na escola do Joel Jr., a Drum Time. Sa\u00edmos de S.Paulo \u00e0s duas da manh\u00e3 de segunda e em uma viagem tranquila chegamos a Curitiba, por volta das 9 da manh\u00e3. Ap\u00f3s um tempo para encontrar um local adequado para estacionar o Infallibus rumamos para a Drum Time. Encontramos o Joel j\u00e1 na porta da escola onde largamos nossas mochilas e logo em seguida fomos almo\u00e7ar em um restaurante sensacional, propriedade do irm\u00e3o do dono do restaurante onde almo\u00e7amos no s\u00e1bado em S\u00e3o Paulo, no Hangar Day. Como somos clientes ass\u00edduos tanto em S\u00e3o Paulo quanto Curitiba, logicamente rolou aquele desconto esperto na hora de pagar a conta, rsrs. Voltamos para a escola e durante a tarde enquanto alguns recebiam seus alunos, outros em intervalos distintos recebiam as visitas dos nossos amigos queridos de Curitiba, a Luma, o Alex, a Lohanna, Cris Helen e a Dani vestida de aeromo\u00e7a&#8230; haha entreguei Dani, sorry. \u00c0 noite conseguimos um lugar seguro para o \u00f4nibus e fomos jantar. Mais tarde, alguns tiveram ins\u00f4nia e foram tomar \u201c\u00e1gua que passarinho n\u00e3o bebe\u201d em uma conveni\u00eancia de um posto de gasolina pr\u00f3ximo.<br \/>\nNa ter\u00e7a-feira, dia 15, ap\u00f3s o meio dia despedimo-nos do Joel, que \u00e0quela altuta j\u00e1 devia estar dando gra\u00e7as a Deus pela multid\u00e3o do Hangar ir embora, rsrsrs e rumamos para o Shopping Barigui. Fomos direto a FNAC montar o equipamento e acertar os detalhes sobre o lan\u00e7amento da biografia do Aquiles. Tocar nas lojas da FNAC sempre \u00e9 muito bom, \u00e9 algo diferente e o atendimento do staff da loja \u00e9 sempre excelente. Geralmente o p\u00fablico fica sentado e participa muito. Mais uma vez reencontramos os amigos Alex, Luma, Cris, Lexus, Dani, Z\u00e9 do Cartaz e mais uma centena de pessoas e f\u00e3s da banda. O Aquiles falou bastante da biografia e batemos um papo muito bom com todos que se aventuravam a perguntar sobre qualquer coisa. As m\u00fasicas foram cantadas e muito aplaudidas. Nas partes engra\u00e7adas mais uma vez ovacionamos a nossa m\u00e1quina de cart\u00e3o de cr\u00e9dito da Cielo, que tornou-se um evento a parte dentro da festa. Ap\u00f3s o show, recebemos todos, mas a esta altura, quase onze da noite a correria foi grande para desmontar tudo e sair a tempo do Shopping. Perto da meia noite partimos de Curitiba direto em dire\u00e7\u00e3o a Porto Alegre. <\/p>\n<p>Gravata\u00ed e Porto Alegre<\/p>\n<p>Antes de chegar a Porto Alegre, passamos na f\u00e1brica da Harman (ex-Selenium) e batemos um papo r\u00e1pido com o F\u00e1bio Floriani, diretor, refor\u00e7ando o convite para o pocket show de sexta-feira, dia 18, na Fnac de Porto Alegre. Seguimos direto para a casa do Martinez e deixamos por l\u00e1 o pr\u00f3prio, o F\u00e1bio e o Humberto. O restante do pessoal, Aquiles, Daniel, Rodrigo e o F\u00e1bio seguiram para a minha casa em Gravata\u00ed. Chegamos a tardinha. Quinta-feira, dia 17 de mar\u00e7o, foi dia para manuten\u00e7\u00e3o do Infallibus. Enquanto o Aquiles, o Rodrigo e o Daniel rumaram no meu carro para Porto Alegre para comprar alguns cabos que estavam falatando e visitar o Rafa Dias no Batera Store, eu e o F\u00e1bio Didi fomos tratar de arrumar local para troca do \u00f3leo, manuten\u00e7\u00e3o das lampadas e mais algumas coisas pequenas. Felizmente conseguimos fazer tudo em um raio de 1km de distancia. O bairro onde moro tem esta vantagem que nem eu mesmo sabia, \u00e9 tudo muito perto.<\/p>\n<p>Na noite de quinta, todos fomos at\u00e9 a cidade de Port\u00e3o, pr\u00f3xima \u00e0 Porto Alegre, na casa do Rodrigo, da Urban Boards, que nos convidou para um churrasco. Carne de primeira, cerveja gelada&#8230; Agradecemos demais a imensa hospitalidade dos irm\u00e3os Rodrigo e Raquel. Claro, alguns abusaram da \u201c\u00e1gua que passarinho n\u00e3o bebe\u201d&#8230; E na volta, uma pessoa ficou \u201cmeio alterada\u201d e come\u00e7ou a morder todo mundo dentro de Infallibus&#8230; No dia seguinte, todos da banda e da equipe (exceto um, que vou deixar a imagina\u00e7\u00e3o de voc\u00eas descobrir) estavam com tatuagens de dentes nas costas, bra\u00e7os, pesco\u00e7o. O Minist\u00e9rio da Sa\u00fade adverte: se beber, n\u00e3o morda, rsrsrs.<\/p>\n<p>Sexta-feira a tarde fomos para o Barra Shopping Sul, em Porto Alegre, para montarmos o equipamento. Um pequeno stress no estacionamento do bus\u00e3o na porta da FNAC e o desaparecimento do cabo da m\u00e1quina de cart\u00e3o da Cielo indicavam que seria uma tarde estranha, mas felizmente foi somente isso. Porto Alegre nos recebeu de bra\u00e7os abertos. Ficamos muito felizes de ver a FNAC super lotada. Na real, faltou lugar. Al\u00e9m dos meus familiares, os do Aquiles e do Martinez, que costumeiramente comparecem em todos os eventos pr\u00f3ximos, tivemos a presen\u00e7a de v\u00e1rios amigos e pessoas ilustres da m\u00fasica na cidade. Amigos como o Marcelo Rodrigues, o pessoal da banda Oniggatai, a M\u00f4nica Souza, o Chileno e o Luciano do Tierramytica, o grande baterista Kiko Freitas, um dos mais respeitados do Brasil no seu instrumento, Frank Jorge, coordenador do curso de Forma\u00e7\u00e3o de Produtores de Rock da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), o Diretor da Harman, F\u00e1bio Floriani, que foi homenageado pela banda com dois quadros com a nossa imagem e o Infallibus, sonho que somente se realizou devido a sua chancela ao projeto e v\u00e1rios amigos e f\u00e3s. A homenagem ao F\u00e1bio e \u00e0 Harman foi marcante. Esperei pelo discurso dele mas a emo\u00e7\u00e3o foi t\u00e3o forte que ele n\u00e3o conseguiu falar. Atendemos todos at\u00e9 a loja fechar e depois fui para casa enquanto os demais saboreavam um jantar em um restaurante do shopping. <\/p>\n<p>Santo \u00c2ngelo e a confus\u00e3o<\/p>\n<p>Dia 18, s\u00e1bado partimos em dire\u00e7\u00e3o a Santo \u00c2ngelo por volta das cinco da manh\u00e3. Perto do meio dia chegamos a Iju\u00ed onde almo\u00e7amos com o pessoal da banda Excellence, que organizou nosso show ano passado no SESC da cidade. Um grande abra\u00e7o ao Lucas, Marcos, Robson, Pimenta e ao pessoal que nos recebeu muito bem. O show de Santo \u00c2ngelo foi firmado quando da nossa passagem pela cidade em dezembro. O Alex Chim\u00fa, que foi nosso anfitri\u00e3o na \u00e9poca, tinha vontade de levar uma banda e colocar um show na cidade h\u00e1 certo tempo e, movido pelo sucesso do workshop de dezembro, marcou a data para 18 de mar\u00e7o. O grande problema \u00e9 que ele associou-se a uma casa de show da cidade chamada Yallah que a principio sempre deixou claro sua inten\u00e7\u00e3o de fazer o evento e o Chim\u00fa ficaria como divulgador. No decorrer dos meses de janeiro e fevereiro sempre cobrei o contrato do referido produtor da casa sem sucesso. No inicio de mar\u00e7o ele me ligou e disse que estava tudo certo e que n\u00e3o precisava me preocupar. Abonado pelo Alex seguimos com o acerto. O que aconteceu \u00e9 que faltando sete dias para o evento a casa simplesmente fechou, sem dar explica\u00e7\u00e3o nenhuma quanto a nossa data. J\u00e1 est\u00e1vamos com a agenda prevista para Porto Alegre, ent\u00e3o entre cancelar o show e tentar outra uma alternativa, pedi ao Alex que desse um jeito de conseguir outro lugar. Quando chegamos em Santo \u00c2ngelo o lugar era realmente indescrit\u00edvel, completamente fora de qualquer possibilidade de realizar um show. Um galp\u00e3o prec\u00e1rio com fia\u00e7\u00e3o exposta, apenas uma entrada e sa\u00edda. Ficamos todos chocados pelas condi\u00e7\u00f5es. A decis\u00e3o seria ir embora e n\u00e3o tocar, at\u00e9 que o dono do local sugeriu que fizessemos o show em um outro local de sua propriedade. Fomos at\u00e9 l\u00e1 e o mesmo tinha um palco apropriado e muito espa\u00e7o, no centro da cidade. Tivemos que tomar uma decisao em cima da hora em respeito \u00e0s pessoas que j\u00e1 estavam se deslocando para o show. Resolvemos fazer um ac\u00fastico \u00e0s pressas. N\u00e3o havia outra sa\u00edda a n\u00e3o ser o improviso. Mesmo assim o show foi animado e surpreendeu muita gente. Contamos mais uma vez com a ajuda dos amigos Mauriel Ourique, o Caco Garcia, as querid\u00edssimas Patr\u00edcia \u201cBorgir\u201d Cordeiro e D\u00e9bora Reoly, Eduardo Cadore, al\u00e9m de pessoas que sempre nos acompanham na regi\u00e3o como o \u201cAlem\u00e3o\u201d Thiago, a Elisa Concei\u00e7\u00e3o, o pessoal da banda do Alex, Jo\u00e3o, James, Moita, a Luana e Geovana Marques, o Patrick Alexander o Deivis, o Mauricio, a Kitty Rigoli, irm\u00e3 do Marcos, o Matheus Rigoli, a Talitha e a Drica, a jornalista que nunca nos entrevista&#8230; kkkk. O preju\u00edzo moral e financeiro foi uma constante que ficou na minha cabe\u00e7a nesse dia, mas n\u00e3o teria como n\u00e3o darmos uma satisfa\u00e7\u00e3o para esta galera. Ficou a li\u00e7\u00e3o e na realidade em tantos anos de carreira acho que foi a segunda vez que aconteceu algo deste tipo. Ficou a vontade de todos de quem sabe a gente volte em breve para preencher esta lacuna na regi\u00e3o das Miss\u00f5es. No final, mais uma vez nos dirigimos para o \u00fanico restaurante aberto na cidade, fizemos um lanche j\u00e1 por volta das duas da manh\u00e3 e seguimos para o hotel. Por volta das dez da manh\u00e3 sa\u00edmos da cidade em dire\u00e7\u00e3o a Porto Alegre, onde deixamos o F\u00e1bio no aeroporto para que voltasse para casa mais r\u00e1pido e curtisse os seus dez dias merecidos de f\u00e9rias e depois seguimos novamente para Gravata\u00ed.<\/p>\n<p>A segunda-feira seguiu com aulas do Aquiles no Bateras Beat, enquanto fiquei em casa com o pessoal e providenciamos um churrasco para a noite. Deixei os tr\u00eas paulistas irem comprar a carne e decidimos fazer na grelha, tipo bife. Quando o F\u00e1bio, o Daniel e o Rodrigo chegaram com a carne eu achei engra\u00e7ado, eram tr\u00eas bifes grossos e grandes e mais ou menos uns tr\u00eas quilos de lingui\u00e7a, ou salsich\u00e3o como \u00e9 conhecido aqui nos pampas. Voltei ao a\u00e7ougue e pedi para o cara cortar aqueles bifes grandes bem \u201cfinos\u201d e pequenos. Os tr\u00eas bifes resultaram em uns 12 peda\u00e7os pequenos e acabei comprando mais um pouco de carne pra sustentar a rapaziada. Ou seja, estes paulistas que estavam aqui em casa n\u00e3o entendem nada em mat\u00e9ria de churrasco. O Martinez e o Humberto vieram e a confraterniza\u00e7\u00e3o rolou at\u00e9 a meia noite.<\/p>\n<p>Carlos Barbosa<\/p>\n<p>No dia 21, ter\u00e7a, o Aquiles e eu fomos at\u00e9 a Escola Universal F\u00eanix, de Carlos Barbosa. A cidade fica no p\u00e9 da serra ga\u00facha, a cerca de 100km de Gravata\u00ed. O Aquiles daria umas aulas por l\u00e1 e resolvemos ir sozinhos, ficando o resto da galera na minha casa. Chegamos para almo\u00e7o e conhecemos o pessoal da escola, em especial o Macally. J\u00e1 n\u00e3o bastou o nome, ainda a figura era especial. Um bom humor sem igual. L\u00f3gico que ele acabou virando o \u201cMaccaly Culkin\u201d e depois o \u201cMaccally Festas\u201d, tamanha a festa que ele realmente \u00e9. Cidade simp\u00e1tica, pessoas simp\u00e1ticas, ficamos o dia todo por l\u00e1. Enquanto o Aquiles trabalhava eu passeei pela cidade, fui a bancos, pra\u00e7as e aproveitei o sol e a temperatura que somente a serra deste estado apresenta. Um leg\u00edtimo passeio pelo interior. No intervalo visitamos a loja da Tramontina, que vende produtos mais baratos. No final da tarde nos reunimos com o Maccally e o Leandro que s\u00e3o s\u00f3cios em alguns eventos e aproveitamos para tratar do nosso show ou workshow na cidade no m\u00eas de junho. Foi um dia bem legal e voltamos direto para Porto Alegre para passar no nosso amigo Hebert Shred, onde recolhemos nossos bags que estavam no conserto. Voltamos para Gravata\u00ed por volta das nove da noite e fomos jantar em uma lanchonete pr\u00f3xima de casa. O F\u00e1bio Didi j\u00e1 havia descansado bastante e eles deveriam seguir viagem partindo de Gravata\u00ed \u00e0 meia noite com destino a Brusque. Voltamos pra casa e o pessoal recolheu as malas e deixaram o \u00f4nibus pronto. O Martinez resolveu ficar em Porto Alegre e acabou somente trazendo o Humberto at\u00e9 Gravata\u00ed. A meia noite o Infallibus partiu da Morada do Vale em Gravata\u00ed. Gravei a partida para lembrar depois. Foi meio estranho, eu ficando em casa e o \u00f4nibus indo embora com os caras. Durante os dias que ficou aqui o bairro literalmente adotou o \u00f4nibus e por onde \u00edamos todos comentavam e achavam o m\u00e1ximo \u201co \u00f4nibus do Hangar ali na frente da casa do Fernando\u201c. Sim, as pessoas me conhecem aqui por Fernando&#8230;<\/p>\n<p>No dia seguinte em Brusque aconteceu o workshop do Aquiles , mas ai eu j\u00e1 n\u00e3o estava presente. Em abril voltaremos com mais um di\u00e1rio do Hangar. Vamos passar por Itumbiara e Uberl\u00e2ndia, ou seja, Goi\u00e1s e Minas. Muito p\u00e3o de queijo e pamonha, uai. Aguardem!<\/p>\n<p>Abril&#8230;<\/p>\n<p>Itumbiara<\/p>\n<p>No in\u00edcio de abril, o Aquiles esteve em uma feira na Europa, a Musik Messe. Assim, tivemos que marcar as datas da banda perto da metade do m\u00eas. No dia 11 viajamos para S\u00e3o Paulo onde nos encontramos. E no dia 12 seguimos viagem para Itumbiara, a cerca de 750 km de dist\u00e2ncia. Estivemos l\u00e1 em 2009, o Aquiles e eu, ent\u00e3o j\u00e1 conheciamos bem o caminho. Nosso anfitri\u00e3o e produtor na cidade \u00e9 o Hiury Garcia, grande baterista e um cara simplesmente muito bacana e gente fina. Chegamos na note do dia 12 e seguimos direto para a casa da av\u00f3 do Hiury, que nos esperava com uma saborosa comida caseira goiana de primeira qualidade. Banda e equipe jantaram \u201cfeito bichos\u201d, como costumamos falar. Depois para o hotel onde descansamos. Na quarta-feira, dia 13, seguimos para o complexo da Universidade Luterana (ULBRA) onde foi realizado o workshow. Ap\u00f3s algumas dificuldades para estacionar o Infallibus no campus, finalmente conseguimos ter acesso ao Audit\u00f3rio principal da Universidade. Passamos o som e \u00e0 noite contamos com a presen\u00e7a de 200 pessoas no evento. Na mesma hora, na frente da ULBRA, estava sendo realizado o \u201canivers\u00e1rio do prefeito\u201d. Isso mesmo, interior \u00e9 assim, comemoram o anivers\u00e1rio do prefeito com um show de uma grande dupla sertaneja, mas que n\u00e3o lembro o nome. Ficamos todos falando sobre isso, que quem deveria estar pagando aquela festa toda seriam os pr\u00f3prios contribuintes da cidade. Ponto negativo para Itumbiara, em compensa\u00e7\u00e3o o workshow foi um sucesso. Muita gente que esteve em 2009 voltou trazendo mais convidados. O p\u00fablico de rock em Itumbiara \u00e9 na sua maioria \u201cevang\u00e9lico\u201d e na hora do bate papo eu me dirigi a eles como \u201cn\u00e3o sendo eveng\u00e9lico, algum problema???\u201d, rsrs. Acho que eles ficaram assustados com a minha afirma\u00e7\u00e3o, mas l\u00f3gico que tudo n\u00e3o passou de uma grande brincadeira e ca\u00edmos todos em gargalhadas gerais. Uma constata\u00e7\u00e3o deste dia foi a grande discrimina\u00e7\u00e3o na cidade com o rock de maneira geral. Foram muitas as reclama\u00e7\u00f5es das pessoas que foram ao work sobre a falta de apoio total. A maneira como eles me falavam sobre isso me lembrou de anos atr\u00e1s, l\u00e1 nos anos 80, quando ainda havia certo preconceito, mas em 2011, isso soa estranho. Itumbiara ainda n\u00e3o abriu as portas para a sua juventude rockeira, uma pena. Fazia muito tempo que eu n\u00e3o presenciava isso. Na quinta-feira, ficamos o dia todo na cidade, pois t\u00ednhamos algumas aulas marcadas em uma escola. Aproveitamos tamb\u00e9m para visitar uma loja de instrumentos que acabou ficando com material nosso para venda na cidade. Foi mais um dia agrad\u00e1cel em Itumbiara. Almo\u00e7amos e jantamos novamente na casa do Hiury e jogamos muita conversa fora. <\/p>\n<p>Uberl\u00e2ndia<\/p>\n<p>Na sexta pela manh\u00e3, dia 15 sa\u00edmos bem cedo de Goi\u00e1s e seguimos para Uberl\u00e2ndia. Fomos recebidos pela Tatiana Ribeiro, nossa grande amiga na cidade. A Tati \u00e9 respons\u00e1vel pelos nossos v\u00e1rios workshops e aulas em Uberl\u00e2ndia desde 2008, al\u00e9m de trabalhar no Conservat\u00f3rio Estadual de M\u00fasica na cidade. \u00c0s dez horas o Aquiles j\u00e1 estava no Conservat\u00f3rio com os seus alunos, todos agendados. Seria um dia bem puxado para ele, enquanto os outros apenas descansavem no hotel ou passeavam por Uberl\u00e2ndia. Por volta do meio dia fomos at\u00e9 uma r\u00e1dio para promover o show. Os produtores do show eram o Thiago e a Jenia e eles nos pegaram no hotel. A r\u00e1dio era bem pop rock, quando chegamos estava tocando Nickelback. O locutor nos disse que a audiencia era mais de um milh\u00e3o de pessoas. J\u00e1 achei estranho&#8230; Come\u00e7amos o papo e de cara vimo que o locutor n\u00e3o sabia nada da banda, algo at\u00e9 que normal para uma r\u00e1dio do interior, mas estranho para uma r\u00e1dio de rock que estava apoiando o evento. Na primeira interven\u00e7\u00e3o o Humberto j\u00e1 saiu falando sem se apresentar e eu que estava gravando tudo no meu Q3, da \u201cZoom\u201d, fiz gestos e falei baixinho &#8230; \u201dfala quem \u00e9 voc\u00ea que aqui n\u00e3o \u00e9 televis\u00e3o\u201d. Todos come\u00e7aram a rir. A primeira confus\u00e3o, como sempre&#8230; Papo vai, papo vem, saquei tr\u00eas ingressos para sorteio e o locutor disponibilizou os mesmos para os primeiros que ligassem&#8230; Passou um minuto e nada de algu\u00e9m ligar&#8230; A\u00ed o cara falou \u201d\u00e9, como ningu\u00e9m ligou vamos deixar os ingressos ali na portaria esperando as primeiras liga\u00e7\u00f5es\u201d&#8230; Todos da banda come\u00e7aram a rir e o locutor n\u00e3o sabia onde enfiava a cara. At\u00e9 hoje eu n\u00e3o sei se a r\u00e1dio realmente tinha \u201cum milh\u00e3o de ouvintes\u201d rs, enfim&#8230;<\/p>\n<p>Neste dia, pela primeira vez colocamos em pr\u00e1tica a palestra \u201cAquiles Priester, de f\u00e3 a \u00eddolo\u201d. \u00c0s 19 horas a sala estava cheia, com cerca de 200 pessoas que assistiram o Aquiles falar sobre a sua carreira e sua experi\u00eancia como m\u00fasico. A plateia gostou tanto que faltou espa\u00e7o para as perguntas e bate papo, j\u00e1 que extrapolamos os hor\u00e1rios. Foi uma experi\u00eancia muito legal e com certeza ser\u00e1 levada a todas as regi\u00f5es do Brasil. Obrigado a Tatiana e ao Conservat\u00f3rio por abrir este espa\u00e7o muito importante. \u00c0 noite sa\u00edmos todos para comemorar no centro de Uberl\u00e2ndia onde conhecemos o pub de um amigo. Uma banda de covers tocava enquanto alguns conversavam e outros saboreavam algum tipo de l\u00edquido com um pouco de \u00e1lcool dentro&#8230; Nada muito exagerado porque o show seria no dia seguinte. S\u00e1bado chegou e a equipe foi para a casa do show. O local era fant\u00e1stico. Excelente palco e infraestrutura. Tanto o Thiago quanto a Jenia se empenharam bastante para que tudo desse certo. Um grande p\u00fablico compareceu e o show foi um sucesso. Podemos rever todos os amigos de longa data e conhecer novos admiradores. Partimos para S\u00e3o Paulo na manh\u00e3 do dia seguinte e cada um retornou para as suas bases, Porto Alegre, Gravata\u00ed, Mococa e Manaus.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>postado por Nando Mello Revis\u00e3o F\u00e1bio Laguna Uma das reclama\u00e7\u00f5es constantes que recebo \u00e9 que nosso di\u00e1rio demora muito a ser publicado, acumulando meses at\u00e9 a pr\u00f3xima publica\u00e7\u00e3o. Sendo assim, resolvi tentar escrev\u00ea-lo todo o final de cada m\u00eas a partir de mar\u00e7o. 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