{"id":679,"date":"2011-08-11T21:47:34","date_gmt":"2011-08-11T21:47:34","guid":{"rendered":"http:\/\/hangar.mus.br\/site\/?p=679"},"modified":"2011-08-11T21:47:34","modified_gmt":"2011-08-11T21:47:34","slug":"diario-de-julho2011","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/hangar.mus.br\/website\/diario-de-julho2011\/","title":{"rendered":"Di\u00e1rio de Julho\/2011"},"content":{"rendered":"<p>postado por Nando Mello<\/p>\n<p>Goi\u00e2nia e Jander Tattoo<\/p>\n<p>Come\u00e7amos nossa aventura de julho na cidade de Goi\u00e2nia. J\u00e1 havia estado em Goi\u00e2nia por quatro vezes, sempre a convite do Pedro, da Hiccup Produ\u00e7\u00f5es. Nas ocasi\u00f5es anteriores, acompanhei o Aquiles em dois workshops e fizemos dois shows completos do Hangar no espa\u00e7o Centro Cultural Martim Cerer\u00ea. Desta vez fomos convidados para tocar na s\u00e9tima edi\u00e7\u00e3o do Tattoo Rock Fest, um festival que re\u00fane tatuagem e muito rock\u00b4n\u00b4roll. Nosso show seria no s\u00e1bado e chegamos a Goi\u00e2nia na sexta-feira, com o intuito de aproveitarmos o dia inteiro para &#8220;marcarmos&#8221; nosso corpo antes do festival, j\u00e1 que durante ou no dia do evento seria imposs\u00edvel. Essa hist\u00f3ria come\u00e7ou h\u00e1 cerca de dois anos atr\u00e1s, quando o Pedro apresentou o Jander Rodrigues ao Aquiles. Jander \u00e9 um dos mais h\u00e1beis tatuadores brasileiros e tem um trabalho reconhecido e elogiado por todos. Sua especialidade \u00e9 o biomec\u00e2nico e o Aquiles acabou fazendo uma tattoo com Jander, que passou a fazer parte do nosso grupo de apoiadores. Chegamos ao hotel por volta das 8 da manh\u00e3. Ap\u00f3s um caf\u00e9 e um banho, seguimos em dois t\u00e1xis para o Jander Tattoo Est\u00fadio. Localizado no d\u00e9cimo andar de um elegante pr\u00e9dio em zona nobre da capital Goi\u00e2nia, o est\u00fadio \u00e9 enorme, com v\u00e1rias salas. \u201cConfesso que fiquei meio deslocado, afinal, n\u00e3o sabia como funcionaria o esquema de \u2018tatuagem coletiva\u201d, pois \u00e9ramos cinco, eu, F\u00e1bio, Aquiles, Martinez e o Daniel Fernandes, nosso t\u00e9cnico de som, j\u00e1 que o Humberto chegaria \u00e0 cidade somente no final da tarde e acabou perdendo a sess\u00e3o. O Jander, acompanhado pela Ravana Souza, veio nos receber muito educadamente deu as boas vindas. O Aquiles j\u00e1 entrou na sala de tatuagem enquanto os demais ficaram na sala de espera conversando com as outras pessoas da equipe que iam chegando e se apresentando. Conforme decid\u00edamos o que iriamos tatuar, a Ravana indicava a pessoa certa para o trabalho. Faziam parte da equipe a Rejane Olig, o Wilson Junior, a Lays Alencar, a Priscilla Lima e a Paula Dame. O F\u00e1bio foi o primeiro a falar em algum desenho estilo &#8220;maori extraterrestre&#8221; e prontamente o Wilson Junior se apresentou para o trampo. Naquela confus\u00e3o de pessoas, ficamos discutindo sobre os desenhos e a Rejane Olig me ajudou, pesquisando algumas op\u00e7\u00f5es na net. Achamos o desenho e a Ravana e a Rejane me disseram que eu deveria esperar a Virginia Burlesque, outra tatuadora que estava vindo para ajudar no trabalho.<\/p>\n<p>Martinez<\/p>\n<p>Enquanto eu esperava a Virginia chegar, fiquei batendo papo com o Daniel e o Rodrigo. Fiquei s\u00f3 olhando de longe o Martinez que, bem como de seu costume, n\u00e3o se decidia quanto a sua tatuagem, ou seja, pra variar, at\u00e9 mesmo no seu desenho imperava a &#8220;confus\u00e3o&#8221;. Ele queria alguma coisa &#8220;old school&#8221;, e foi a Paula Dame que chegou e tentou entender o que ele imaginava. O desenho era um rosto de uma mulher misturado com guitarra, viol\u00e3o e mais alguns detalhes&#8230; At\u00e9 a &#8220;palheta do destino est\u00e1 l\u00e1&#8221;&#8230; Eu olhava e ficava com pena da Paula, que tentava dar o m\u00e1ximo para desenhar todos os detalhes&#8230;<\/p>\n<p>O Daniel come\u00e7ou a procurar o seu desenho junto com a Rejane e j\u00e1 era quase meio dia quando finalmente a Virginia Burlesque chegou. Confesso que eu at\u00e9 estava pensando em desistir. N\u00e3o estava muito a fim de sentir dor n\u00e3o. Mas logo percebi que a Virginia era uma pessoa bem positiva e me deixou bem \u00e0 vontade quanto ao desenho. Ela prontamente me ouviu e saiu para desenhar o que seria a id\u00e9ia dela para a &#8220;Ankh&#8221; que eu queria tatuar. As minhas duas tatuagens anteriores s\u00e3o um &#8220;Yin\/Yang&#8221; estilizado com os elementos \u00e1gua, ar, terra e fogo e representa o &#8220;equil\u00edbrio&#8221;. A segunda \u00e9 o &#8220;H&#8221;, s\u00edmbolo do Hangar e agora a Ankh, que se l\u00ea &#8220;anaqui&#8221; e significa o &#8220;s\u00edmbolo da vida&#8221;. Tento manter um significado para as minhas tattoos j\u00e1 que elas ir\u00e3o me acompanhar para sempre. Nada contra quem queira tatuar golfinhos, estrelas do mar, cascudos e outras coisas&#8230; (huahuahu, piada interna), afinal estes desenhos tamb\u00e9m devem significar alguma coisa importante para a pessoa. No in\u00edcio da tarde fui para a mesma sala onde estava o F\u00e1bio com o Wilson Junior e come\u00e7amos a sess\u00e3o. Com certeza a apreens\u00e3o \u00e9 grande porque n\u00e3o podemos dizer que &#8220;n\u00e3o d\u00f3i&#8221;. Realmente a dor, embora suport\u00e1vel, existe. Dif\u00edcil esquecer a sensa\u00e7\u00e3o do &#8220;\u00e1lcool&#8221; entrando na sua pele depois de duas horas de tatuagem&#8230;hauuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu. Enquanto o F\u00e1bio, Aquiles, o Daniel e eu j\u00e1 est\u00e1vamos nas salas &#8220;recebendo tinta&#8221;, acompanhava de longe a Paula ainda tentando terminar o desenho do Eduardo. Enquanto a tarde passava divert\u00edamos com as nossas &#8220;dores&#8221;. Como o meu desenho aparentemente era o mais simples e menor, ajudado pela paci\u00eancia da minha tatuadora, pude circular pelas salas v\u00e1rias vezes apreciando as caras nada agrad\u00e1veis de todos&#8230; Tatuar \u00e9 um ritual. A concentra\u00e7\u00e3o do tatuador na hora em que ele exerce a sua profiss\u00e3o \u00e9 not\u00f3ria. Brinc\u00e1vamos nervosamente com nossas dores, mas os profissionais estavam l\u00e1 focados. \u00c0s 16hh30 a Virginia terminou minha tattoo. O Aquiles n\u00e3o aguentava mais devido ao tamanho e ao local escolhido. O F\u00e1bio ainda iria ficar at\u00e9 \u00e0s 23hs00, enquanto o Daniel j\u00e1 estava no final e o Martinez&#8230; Bem, o Martinez estava come\u00e7ando a primeira parte do seu desenho.<br \/>\nAs 17hs seguimos para a loja da Harmonia Musical onde muito doloridos recebemos v\u00e1rios f\u00e3s e amigos como a Thais Sena que largou o trabalho no Santander pra ir at\u00e9 a Harmonia, rs, e a Layanne Cristine, nossa grande amiga de &#8220;twitter&#8221; e o Tiago Miranda, nosso velho conhecido e amigo. \u00c0s 19hs, enquanto alguns voltavam para o hotel, voltei junto com o F\u00e1bio, o Martinez e o Daniel para o Jander onde eles tentariam completar as suas tattoos. Sa\u00edmos de l\u00e1 \u00e0s 23hs e apenas o Martinez e a Paula n\u00e3o conseguiram terminar, devido a complexidade do desenho &#8220;articulado&#8221; por eles&#8230;<br \/>\nFoi um dia cansativo, mas produtivo. Tive mais respeito ainda por estes profissionais que desenham na sua pele. Um grande abra\u00e7o ao Jander, Ravana, Lays, Rejane, Wilson, Priscilla, Paula e a &#8220;fada&#8221; Virginia pela paci\u00eancia. Quem quiser conferir o trabalho deles \u00e9 s\u00f3 acessar www.jandertattoo.com<\/p>\n<p>Tattoo Rock Fest<\/p>\n<p>No outro dia, s\u00e1bado, dia 02, o pessoal da equipe saiu cedo para montar nosso equipamento. Enquanto isso eu procurava uma farm\u00e1cia que vendesse a pomada cicatrizante apropriada para os nossos desenhos. Depois do almo\u00e7o fomos para o local do show. Um lindo e enorme local chamado Centro Cultural Oscar Niemayer, com um palco, som e estrutura incr\u00edveis. Na parte de fora do teatro ficavam os bares e a exposi\u00e7\u00e3o com v\u00e1rios stands de tatuadores de todo o Brasil, al\u00e9m de roupas, m\u00e1quinas, livros, tintas e afins. Era uma Expo Tattoo, na melhor concep\u00e7\u00e3o das palavras. Tentei acompanhar tudo, mas tive que evitar aquela demonstra\u00e7\u00e3o em que as pessoas ficam penduradas por ganchos a alguns metros de altura. Foi demais pra mim, mas respeito os caras que fazem.<\/p>\n<p>O show foi muito bom. Est\u00e1vamos com uma energia boa e o clima de palco, som, luz e p\u00fablico ajudaram bastante. Encontramos novamente nossos amigos Tiago Miranda, Murilo Morais e Thais Sena. O Aquiles fez uma justa homenagem a todos os tatuadores que estavam presentes, em especial aos da equipe do Jander que foram prestigiar o evento e nosso show e encerramos a noite comemorando bastante e carregando nosso \u00f4nibus para a volta direto a S\u00e3o Paulo. Foi a quinta vez em Goi\u00e2nia, mas pelo jeito vamos voltar r\u00e1pido. A cada desenho voc\u00ea quer mais um na sua pele&#8230;<\/p>\n<p>S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos<\/p>\n<p>Dia 13, &#8220;Dia Mundial do Rock&#8221;, foi vez de irmos a S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, cidade pr\u00f3xima a S\u00e3o Paulo. Como j\u00e1 disse em outros di\u00e1rios, tocar no SESC sempre \u00e9 bom. \u00c9 uma garantia de voc\u00ea ser bem recebido, qualidade de luz e som. Chegamos e fomos recebidos pela Suely Vieira, respons\u00e1vel pela contrata\u00e7\u00e3o e programa\u00e7\u00e3o musical do SESC da cidade. Ela faz um trabalho invej\u00e1vel. Muitos artistas nacionais j\u00e1 passaram pela cidade. Apenas dez dias antes o Fl\u00e1vio Venturini tinha realizado um show ali. O local escolhido para o show foi o Gin\u00e1sio do SESC, ou seja, um lugar grande, o que nos deixou apreensivos. Seria um mais um &#8220;Anvil Day&#8221;? Passamos o som e pontualmente \u00e0s 20hs00 nos dirigimos aos camarins. O show estava marcado para as 20h30 e eu sempre costumo ficar olhando o p\u00fablico. Era noite de quarta-feira com jogo do Brasil na TV, e mesmo assim mais de 400 pessoas compareceram e curtiram o show! Chegar em uma cidade que voc\u00ea nunca tocou e olhar diversas pessoas cantando as m\u00fasicas da banda \u00e9 muito gratificante. Sinal de que estamos crescendo como banda. No final batemos papo com todos e nos divertimos com a presen\u00e7a de v\u00e1rios amigos, como o Jo\u00e3o Duarte e a Marina, que sa\u00edram de S\u00e3o Paulo especialmente para o show, o vocalista Lean Van Hanna e o tecladista e fot\u00f3grafo William Vankar. Esperamos em breve voltar \u00e0 regi\u00e3o com muitas novidades.<\/p>\n<p>Paragua\u00e7u Paulista<\/p>\n<p>Sa\u00edmos de S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos por volta das dez da manh\u00e3 e seguimos direto para Paragua\u00e7u Paulista. Foi uma viagem longa onde mais uma vez n\u00e3o faltaram os diversos (mesmo!!!) cap\u00edtulos de &#8220;Prison Break&#8221;, novamente. L\u00e1 pelas duas da tarde resolvemos parar para almo\u00e7ar. O problema que a partir dessa hora \u00e9 dif\u00edcil arrumar um local na estrada. Est\u00e1vamos no meio do nada e paramos em um local que vende artigos coloniais, mel, pr\u00f3polis etc&#8230; mas que servia almo\u00e7o em marmitas porque o restaurante com ar condicionado j\u00e1 estava fechado. N\u00e3o tivemos d\u00favida, banda e equipe, cada um pegou uma marmita e almo\u00e7ou no p\u00e1tio do local. Os dez bichos comendo sentados no ch\u00e3o em meio \u00e0s pedras, com garfos e facas de pl\u00e1stico no maior esquema &#8220;rural brothers of metal&#8221;.<\/p>\n<p>Chegamos a Paragua\u00e7u na noite de quinta-feira, um dia antes do show. Fomos recebidos pelo Michel Inzaghi que nos levou direto ao hotel. Conheci o Michel e o pessoal de Paragua\u00e7u quando tocamos em Presidente Prudente em maio, na Virada Cultural. Na ocasi\u00e3o ele me disse que nunca uma banda de metal esteve em Paragua\u00e7u e que um dos sonhos dele era levar o Hangar. <\/p>\n<p>Descansamos bastante e no outro dia cedo a equipe foi montar o equipamento em um lindo teatro na cidade. Ocupamos o dia com afazeres contratuais nos dois cart\u00f3rios de Paragua\u00e7u, o que rendeu \u00f3timos momentos c\u00f4micos. O Aquiles n\u00e3o resistiu a uma placa que dizia &#8220;Protesto&#8221; e come\u00e7ou a discursar sobre alguma coisa que ele n\u00e3o gostava ou estava insatisfeito&#8230; Em cidade pequena, quando chega gente de fora todos ficam sabendo, ent\u00e3o a confus\u00e3o e o bom humor tomaram conta de reparti\u00e7\u00f5es at\u00e9 ent\u00e3o s\u00e9rias como os cart\u00f3rios de registros de Paragua\u00e7u Paulista. A noite de sexta estava agrad\u00e1vel e fizemos um show muito bom com a presen\u00e7a de muita gente da cidade e de cidades vizinhas como o Pedro Bertasso e a Vivian que vieram de Presidente Prudente para assistir o show e fazer uma entrevista exclusiva com a banda; o Cadu Newsted e o pessoal da TRZ Metal Tour, de Mar\u00edlia. Ali\u00e1s, o Cadu t\u00e1 nos enrolando at\u00e9 hoje&#8230; Cad\u00ea o show de Mar\u00edlia, Cadu? Parab\u00e9ns ao Michel Inzaghi, um garoto de apenas 21 anos e com uma seriedade e profissionalismo a serem destacados. N\u00e3o importa a idade ou a falta de experi\u00eancia, quando a pessoa quer fazer ela faz e ponto final. Michel \u00e9 uma prova disso. Sa\u00edmos de Paragua\u00e7u na manh\u00e3 e seguimos rumo a S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>SESC Pomp\u00e9ia<\/p>\n<p>Com o adiamento do Araraquara Rock fiquei uma semana na cidade de S\u00e3o Paulo e o Martinez foi para Mococa com o F\u00e1bio. O Aquiles est\u00e1 com uma nova sala de aula no Instituto Fabiano Manhas, na zona norte da capital, e aproveitamos para tocar um pouco e ajeitar algumas coisas por l\u00e1. Nesta semana recebemos o Inside Your Soul, que n\u00e3o tinha sido relan\u00e7ado desde a sua origem em 2001. Dez anos depois receb\u00ea-lo ali, novo, foi emocionante. Um grande per\u00edodo e um grande disco. Sempre falo que a m\u00fasica Inside Your Soul tem o baixo mais dif\u00edcil de ser tocado em todas as m\u00fasicas do Hangar. Tocar em S\u00e3o Paulo sempre traz um pouco de preocupa\u00e7\u00e3o. Show na sexta feira, cidade grande, frio, etc. Mas como sempre tivemos uma resposta de p\u00fablico excelente com a casa cheia. \u00c9 uma \u00f3tima oportunidade de rever os amigos de sempre al\u00e9m dos novos que sempre aparecem. Como sempre a Marina Dickinson e o Jo\u00e3o Duarte nos acompanharam. Nossa grande diretora de arte Vanessa Doi e a Carol Angeli. O C\u00e9sar Pereira e sua m\u00e3e que nos acompanha sempre. As irm\u00e3s Pry e Damaris, a Simara Fiorelini e o Junior. Tivemos tamb\u00e9m o staff da Lady Snake em peso com a S\u00f4nia Paha, a Aninha Soncin e a Simone Borges e o Ralf Carlos, todos muito felizes e simp\u00e1ticos. O grande batera Fabiano Manhas tamb\u00e9m esteve presente. No show o, Th\u00e9o Vieira, nosso grande parceiro, nos acompanhou com o viol\u00e3o em quatro m\u00fasicas.<\/p>\n<p>O final da noite se aproximou e na madrugada fria de S\u00e3o Paulo havia uma sensa\u00e7\u00e3o de despedida. Embora estejamos sempre em contato sab\u00edamos que os pr\u00f3ximos shows somente aconteceriam em setembro. Ao mesmo tempo as novidades e as expectativas para o segundo semestre n\u00e3o sa\u00edam das nossas mentes. Plantar, semear, colher fazem parte da vida desta banda&#8230; A busca continua e as novidades acontecem. Aproveito pra lembrar, mas de forma um pouco diferente, o que diz a can\u00e7\u00e3o daquela banda irlandesa\/americana: &#8220;Wake me up when september BEGINS&#8230;&#8221;<\/p>\n<p>Abra\u00e7o a todos&#8230; At\u00e9 o pr\u00f3ximo epis\u00f3dio.<\/p>\n<p>Nando Mello<br \/>\nRevis\u00e3o e pitacos F\u00e1bio Laguna<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>postado por Nando Mello Goi\u00e2nia e Jander Tattoo Come\u00e7amos nossa aventura de julho na cidade de Goi\u00e2nia. J\u00e1 havia estado em Goi\u00e2nia por quatro vezes, sempre a convite do Pedro, da Hiccup Produ\u00e7\u00f5es. Nas ocasi\u00f5es anteriores, acompanhei o Aquiles em dois workshops e fizemos dois shows completos do Hangar no espa\u00e7o Centro Cultural Martim Cerer\u00ea. 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